Eu sempre me esqueço que não gosto de praia. E então, sempre vêm dias como hoje pra me lembrar.
Pra resumir a história, depois de algumas horas na praia, tranquila, sob um sol encoberto pelas nuvens, sem protetor solar, cheguei em casa com um pequeno incômodo nos ombros. O pequeno incômodo se revelou grande, após o banho, acompanhado por um tom vermelho-batom-de-puta na pele. O ardor aumentou, culminando com uma completa intolerância ao toque, às roupas e até mesmo ao vento vindo do ventilador. Agora estou com calafrios, mesmo que dê pra fritar bacon nas minhas coxas e que um gelo nas minha costas sublime em 2 segundos. Acho que estou com febre. As costas ardem se deito, as pernas ardem se sento. Vou passar os próximos três dias em pé.
A coisa toda melhorou um tiquinho desde que me buzuntei de calamina. Estou toda cor-de-rosa. Da cabeça aos pés. Cor-de-rosa feito um porquinho. E como se tudo isso fosse pouco, a criatura aqui tomou sol de óculos escuros. Porquinho do pescoço pra baixo; a cara é de guaxinim. Uma b-e-l-e-z-a!
O Adriano também está quemadiiiinho (leia com sotaque carioca – e sem o “i” mesmo). E a Aline, que achou que estava por cima da carne seca porque é negona e não se afeta com um um solzinho, agora está toda se coçando. Acho que ela pegou uma pereba qualquer. Eu avisei que a água não é própria pro banho…